SOP – A plataforma essencial para a gestão de partidos políticos

O Brasil possui oficialmente 33 partidos registrados no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), alguns considerados “nanicos” e outros mais tradicionais, mas todos têm a mesma dificuldade quando se trata de gerir o partido. Não é à toa que é bastante comum vermos casos de “traição” dentro das legendas, com votos contrários à orientação do partido e até a surpresa em ver um nome de destaque mudar de sigla de uma hora para outra.

Outra dificuldade encontrada pelos partidos políticos é o contato entre os diretórios ou comissões provisórias. Nem sempre a comunicação é eficiente e muitas vezes o diretório estadual não tem controle sobre as ações de diretórios municipais e comissões provisórias. 

Uma ferramenta georreferenciada que pode auxiliar na gestão dos partidos políticos é o SOP (Sistema de Organização Partidária) . Desenvolvida pela Campanha Digital, a plataforma visa facilitar o trabalho dos dirigentes partidários com uma série de funcionalidades. 

O SOP  possui uma gestão visual do banco de dados para controle do status dos diretórios, entre efetivos e provisórios, e entre nominatas de diretorias válidas e nominatas prestes a vencer e já vencidas. Com essa funcionalidade, o dirigente pode acompanhar a situação do partido nos cantos mais remotos e ainda recebe alertas visuais sobre nominatas prestes a vencer. 

A plataforma de comunicação direta é integrada com as mídias sociais, Facebook, Instagram, Twitter, além de email, chamada telefônica, Telegram e WhatsApp, podendo se conectar diretamente a todas as lideranças do partido, dentre elas, presidentes de diretórios e comissões provisórias, prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais, senadores, ministros, secretários, além da base de filiados.

“Por ser uma ferramenta georreferenciada, o SOP  aponta no mapa o local exato onde está a sede do partido em determinada cidade e o sistema GPS leva até os locais físicos, incluindo as sedes”, explica a CEO da Campanha Digital, Christiane Liberatori

Outra opção fundamental para um partido político é o CRM (Customer Relationship Management), que é a gestão de relacionamento com o cliente. Neste caso, o CRM é adaptado para que o dirigente partidário possa gravar impressões e detalhes sobre o currículo da liderança sinalizada, seu potencial de votos e capacidade de influência, bem como o histórico de relacionamento da mesma com os membros da direção partidária.

“Quando você é administrador da ferramenta consegue editar com dados atualizados e quando um candidato ou liderança nacional do partido for para determinado município, ele vai saber quem são as lideranças do partido naquela cidade. Com o CRM, é possível saber como está a relação dessas pessoas com o partido, se há alguma divergência, se o diretório municipal acompanha as decisões das executivas estadual e nacional, entre outras atualizações sobre a situação real da sigla no município”, destaca Liberatori.

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